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Arena deve se adequar para receber novos jogos
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Arena deve se adequar para receber novos jogos

by newsmtjulho 12, 2015

MPE deu prazo de 10 dias para governo viabilizar a confecção dos assentos numerados

Audiência com o Ministério Público do Estado (MPE) estabelece o prazo de 10 dias para que a Secretaria de Estado de Cidades (Secid) apresente o mapa de assento da Arena Pantanal, em Cuiabá, para viabilizar a confecção dos ingressos numerados, direito assegurado no Estatuto dos Torcedores e no Regulamento do campeonato.

Caso a obrigação não seja cumprida, não poderão ser realizados jogos da série “A” do Campeonato Brasileiro, sob pena de aplicação de multa.

A audiência aconteceu no início desta semana e também contou com representantes da Federação de Futebol de Mato Grosso e a Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer. A Secid informou que já está trabalhando para apresentar o plano ao MPE, dentro do prazo estabelecido.

Por meio da assessoria de imprensa, o Ministério Público informou que a intenção do encontro foi buscar uma solução definitiva não apenas para definir a implantação de ingressos com numeração de assentos, mas também das catracas eletrônicas em futuros jogos do campeonato brasileiro, série “A”, no estádio.

Com isso, fazer com que o Estatuto do Torcedor e o Regulamento da Competição venham a ser respeitados antes e durante as partidas, “o que não se observou no último jogo”.

O MP frisa que não possui deliberação sobre a quantidade de pessoas em jogos envolvendo grandes times do país que estão sendo realizados na arena.

O que foi exigido dos organizadores foi a limitação de venda de ingressos a 90% da capacidade de cada setor do estádio até que o controle do fluxo seja feito por meio integralmente eletrônico.

Destaca ainda que o emprego de catracas eletrônicas para controlar o acesso dos torcedores consta em acordo firmado entre o MP e a FMF, que não foi cumprida no jogo Cruzeiro x Corinthians.

Por isso, tanto a entidade quanto a empresa responsável por trazer a partida para Cuiabá poderão incorrer em multa de R$ 100 mil. “Ambas apresentaram justificativa para o descumprimento da medida, transferindo a responsabilidade para o Estado, que deixou de restabelecer, até hoje, a funcionalidade das catracas para serem utilizadas nos jogos”.

Já nas partidas Vasco x Flamengo e Ponte Preta x Palmeiras, o controle foi feito precariamente por leitores de código de barra, o que atendeu apenas em parte ao que constou no acordo. Esse controle precário favorece a divulgação de público e renda incorretos e subestimados, conforme o MPE.

Fonte: DO DIÁRIO DE CUIABA
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