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Confira será discutido no Legislativo, no Executivo e no Judiciário nacionais, na próxima semana

Confira será discutido no Legislativo, no Executivo e no Judiciário nacionais, na próxima semana

Na próxima semana, temas importantes e polêmicos vão continuar em discussão, tanto no Legislativo, quanto no Executivo e Judiciário brasileiros. O Congresso Nacional deve continuar com a pauta da reforma política. Às 14h30min desta terça-feira, na Câmara dos deputados, os parlamentares vão retomar a análise e votação do relatório parcial do relator da matéria Vicente Cândido (PT-SP).

Na última semana, os congressistas resolveram manter o chamado voto “distritão”, onde são eleitos os candidatos a deputado mais votados em cada estado. Por falta de quorum, a votação dos destaques não foi concluída.

Outro assunto que pode ser discutido é a reforma da Previdência. Na última sexta-feira (11), o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), mais uma vez defendeu mudanças no setor. O parlamentar afirmou em um evento na Fundação Getúlio Vargas, no Rio de Janeiro que, se a matéria não for aprovada, pode acontecer uma “péssima sinalização” no mercado.

A questão da meta fiscal também deve ser uma das pautas na próxima semana, principalmente para a equipe econômica do governo. O presidente do Senado afirmou também na sexta-feira (11) que, se forem propostos aumento de impostos, o tema vai encontrar dificuldades de passar pelo Congresso Nacional. Essa avaliação de Eunício e de outros parlamentares pode levar o presidente da República, Michel Temer, e sua equipe, a rever o assunto.

Já no Judiciário, o Supremo Tribunal Federal (STF), deve retomar o julgamento sobre a validade de leis estaduais que proíbem a comercialização do amianto – mineral natural extraído de rochas, usado normalmente na fabricação de caixas d`água e telha.

De acordo com Associação Brasileira dos Expostos ao Amianto (ABREA), a fibra pode causar câncer. E, segundo Organização Mundial da Saúde (OMS), em todo o mundo, cerca de 100 mil pessoas morrem por ano por causa desse material. Até agora, dois ministros votaram a favor da validade dessas leis.