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Deputado atribui rejeição de Dilma Rousseff a 'mídia monopolizada'
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Deputado atribui rejeição de Dilma Rousseff a 'mídia monopolizada'

by newsmtjunho 29, 2015

O alto índice de rejeição da presidente da República do Brasil, Dilma Rousseff (PT), não vem sendo responsabilizado pelos petistas pela falta de tato do Governo Federal com o reajuste fiscal. Eles atribuem a rejeição, aponta em pesquisa do Instituto Datafolha, aos veículos de comunicação brasileiros.

É o que afirmou o deputado federal mato-grossense Ságuas Moraes (PT), em entrevista exclusiva aoHiperNotícias, nesta semana. Segundo o parlamentar, os ataques viscerais da mídia são responsáveis pelo baixo índice da presidente petista.

“O índice de rejeição da presidente Dilma Rousseff já foi maior no início do ano, nós tivemos um processo eleitoral bastante acirrado no ano passado, onde houve um ataque visceral da mídia monopolizada contra o nosso governo”, defendeu o petista.

O Datafolha perguntou aos eleitores como eles avaliam o governo da presidente Dilma Rousseff. Ao todo, 65% dos entrevistados consideram a segunda gestão da presidente como ruim ou péssima, 24% responderam que o governo é regular e somente 10% o consideram bom.

Segundo Ságuas, nos três primeiros meses deste ano a imprensa deu muita vazão a posições preconceituosas, tentando um terceiro turno. “Tentaram impedir o segundo governo da presidenta Dilma”, repudiou o parlamentar.

O deputado ataca a mídia dizendo que trabalha em prol da oposição do Governo. “Houve um levante muito forte da grande mídia monopolizada, que está no apoio ao projeto que perdeu as eleições em 2014. Desse modo, criou-se um ambiente muito hostil ao governo”, disse, se referindo ao candidato derrotado Aécio Neves (PSDB).

Para justificar a crise na gerencia do país, Ságuas Moraes apontou a crise mundial, iniciada no final do ano de 2008, e que, aos poucos, chegou ao Brasil. Argumenta ainda que, para retornar à normalidade, as medidas acabaram gerando desemprego.

Sobre os escândalos envolvendo a Petrobras e a Operação Lava Jato, o deputado avalia que “esse conjunto de acontecimentos gerou um desgaste muito grande no nosso governo”.

Mas o parlamentar acredita que a partir do segundo semestre o governo deverá voltar a normalidade, já apontando para o crescimento no próximo ano. “Obviamente, governar em um ambiente que está extremamente favorável é um coisa. Para governar em um ambiente que está muito hostil é preciso ter muito jogo de cintura e um diálogo maior com a população, com os movimento sociais, com os trabalhadores das centrais sindicais, e um dialogo maior com o próprio meio político, inclusive com a oposição, se necessário for. Contudo, no segundo semestre a gente retoma o crescimento e a normalidade do governo”, finalizou.

Fonte: Hiper Noticias

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