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Janaína defende pai e diz que AL não é o 'monstro terrível' que se pinta
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Janaína defende pai e diz que AL não é o 'monstro terrível' que se pinta

by newsmtfevereiro 20, 2015

A deputada estadual Janaína Riva (PSD) reagiu às declarações de Pery Taborelli (PV) sobre a “blindagem” da Assembleia nos últimos anos com os casos de corrupção guardados na “caixa-preta” e afirmou que o parlamentar fala sem conhecer a história do Legislativo mato-grossense. Segundo a social-democrata, é preciso considerar os avanços promovidos pelo seu pai José Riva (PSD), que deixou a vida pública neste ano enquadrado pela Lei da Ficha Limpa, após ocupar os cargos de presidente ou primeiro-secretário em sucessivas legislaturas.

“A presidência está correta ao fazer o levantamento da situação financeira da AL. Agora, eu afirmo que o Legislativo não é o monstro terrível que estão pintando. A Assembleia de Mato Grosso está entre as melhores do Brasil. Os servidores recebem em dia e têm plano de carreira. Hoje, os deputados contam com toda estrutura necessária para exercer os mandatos”, declarou em entrevista ao Rdnews.

A parlamentar lembra que há 20 anos os salários atrasavam até cinco meses e o Legislativo não tinha sequer um prédio decente para atender a população. “Fica fácil receber tudo pronto e criticar que pagou o preço para fazer as coisas acontecerem. Quando o deputado Pery Taborelli passar pela presidência ou primeira-secretaria ganhará autoridade para criticar meu pai. Antes disso, precisa aprender a legislar”, disparou.

Entre benefício promovidos por Riva, Janaína cita a TV Assembleia e a criação do Espaço Cidadania que oferece diversos serviços gratuitos à população.

No ano passado, cerca de 1,5 mil pessoas circulavam pela Assembleia diariamente. Conforme Janaína, pelo menos 30% procurava o gabinete de Riva em busca de todo tipo de auxílio. “Desafio o presidente Guilherme Maluf (PSDB) a manter esse fluxo de pessoas. A Assembleia não pode ser Casa Cidadã só no slogan”, conclui.

Neste domingo (22), a atuação de José Riva será abordada no Fantástico devido a suposto esquema que movimentou R$ 500 milhões enquando presidente do Parlamento. O programa global irá mostrar ainda que a Assembleia e o Governo teriam pago R$ 140 milhões pela impressão de cartilhas que nunca foram feitas.

Fonte: RDNews

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