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Medidas de contenção do governo geram economia de R$ 150 milhões
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Medidas de contenção do governo geram economia de R$ 150 milhões

by Radio Tangaránovembro 4, 2016
Custeio da máquina está limitado a serviços essenciais nas unidades orçamentárias

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As medidas de contenção de despesas continuam sendo executadas com atenção pelo Governo do Estado para minimizar o descompasso entre receita e despesa, provocado pela crise econômica. O custeio da máquina no mês de outubro deverá fechar em R$ 153 milhões para todo o Executivo. O valor ficará abaixo dos R$ 177 milhões realizados em setembro, dos R$ 220 milhões registrados em junho e da média de R$ 200 milhões de julho e agosto, gerando uma economia de R$ 150 milhões nesses últimos meses.

Para manter o controle dos gastos, o secretário de Estado de Fazenda, Seneri Paludo, se reúne diariamente com a esquipe do Tesouro para avaliar o fluxo de caixa e, por consequência, os repasses às unidades orçamentárias, ou seja, para todas as secretarias, autarquias e demais órgãos do Executivo. O governador Pedro Taques acompanha todos os dias a posição das receitas e despesas.

A redução no custeio foi intensificada com os dois decretos assinados pelo governador Pedro Taques. O primeiro determina o dispêndio apenas com gastos essenciais e inclui revisões de contratos e suspensão de licitações cujos contratos não haviam sido assinados até a data da publicação.

Já o segundo decreto veio com a redução do expediente para um turno de 6 horas diárias, com exceções aos serviços considerados essenciais como os executados pelas áreas de saúde, segurança e fiscalização.

Seneri lembra que a saúde está entre as áreas não incluídas nas contenções. “O governador Pedro Taques determinou prioridade. O orçamento financeiro da saúde é de R$ 35 milhões ao mês, mas por conta do aumento das necessidades da área e da retração de cerca de 9% nas transferências feitas pela União, o governo de Mato Grosso já repassou este ano cerca de R$ 100 milhões a mais para a saúde, que é um direito do cidadão que precisa e quer contar com esse serviço independentemente de o investimento vir do orçamento do Estado, da União ou do município”, avalia.

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