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Nova Ubiratã: No reino das laranjas podres
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Nova Ubiratã: No reino das laranjas podres

by newsmtoutubro 17, 2014

Nunca antes no município de Nova Ubiratã foi tão fácil criticar e denunciar. E os políticos, de longe a classe com piores índices de credibilidade.

Infelizmente o povo é quem paga com a irresponsabilidade de gestores sem comprometimento com o dinheiro publico, e sem respeito com o contribuinte Ubiratanense. O gestor publico gasta milhares de reais com sites criados para falar só o que interessa ao seu grupo e infelizmente com auxílio da tecnologia, hoje uma forma eficaz de rebater as críticas sem ter que, necessariamente, abandonar suas práticas, digamos, menos louváveis.

De uns tempos para cá, o município de Nova Ubiratã vem enchendo as contas bancarias de supostos jornalistas e proprietários de sites para divulgar a inverdade, ou seja, fazer o joguinho de me engana que eu gosto, ou melhor, me paga que eu vou tentando enganar a população, o mais triste de tudo isso, é que quem paga essas maracutaias e as partes podre da imprensa é o povo.

É com seu dinheiro Cidadão Ubiratanense que o governo municipal vem terceirizando o trabalho de atacar seus críticos. E tem sido fácil conseguir mão de obra para isso, em virtudes de existir as laranjas podres.

Nos últimos anos as escolas de Jornalismo despejam na praça, todo ano, milhares de jovens dispostos a virtualmente quase tudo para entrar no mercado. Ao mesmo tempo, outros milhares de jornalistas já formados não conseguem mais EMPREGO nos veículos tradicionais, seja por falta de competência (do próprio profissional ou das empresas), ai parte para os arranjos políticos, situação essa existente hoje no município. Há ainda aqueles que, já a caminho do fim da carreira, descobrem nos políticos, quem sabe, patrões melhores que os donos de empresas jornalísticas tradicionais. E se vendem miseravelmente, em troca de patrocínios, comissões, cargos comissionados e sabe-se lá mais o quê.

Infelizmente hoje em Nova Ubiratã, existe um profissional da imprensa que têm missões a cumprir, frequentemente disfarçado de “Jornalista” e se utilizando de um site que é bancado por grupos políticos, tenta a todo o momento denegrir a imagem das pessoas que estão denunciando os esquemas fraudulentos em Nova Ubiratã. Portanto, caros cidadãos que paga seus impostos em dias, fiquem atentos, a praga das “laranjas digitais” está institucionalizada em Nova Ubiratã.

E não se surpreenda, se a partir de agora, o alvo mais frequente de agressões das laranjas do poder executivo for à própria mídia, aquela que denuncia os esquemas políticos e que principalmente cobra celeridade nas obras publica.

Em Nova Ubiratã é do conhecimento de boa parte da Sociedade, que a câmara municipal de vereadores esta investigando varias denuncias de corrupção do poder executivo e inclusive sendo alvo de ataques também da parte podre da laranja, que se diz ser imprensa imparcial no município.

No site que é bancado com o dinheiro do povo, dinheiro publico. Não há problemas a ser resolvido no município, a pagina tendenciosa e que só trabalha por interesse dos grupos que estão administrando o município esta infestados de “notícias” para desviar o foco de corrupção na Cidade.

Os fatos, em si, perdem importância – valem mais suas versões digitais, instantaneamente replicadas. Trava-se um tipo de jornalismo de guerrilha, em que o publicado hoje pode ser tranquilamente deletado, ou “atualizado”, para não ser lido amanhã. Isso vale para meras insinuações, acusações sem prova, transcrição pura e simples de press-releases ou documentos vazados pelas partes interessadas e citação de estatísticas a esmo.

É nesse ritmo que se engalfinha hoje a imprensa, tomada de assalto (literalmente) pelos donos do poder, ou seja, pelas pessoas que estão no poder. A realidade do município nos dias de hoje é que a imprensa virou uma espécie de laranjal a serviço daquela que certamente é a pior geração de políticos que já tivemos na historia do município. Não é preciso mais ser dono de um jornal ou concessionário de uma emissora; basta encostar-se a um grupo politico mal intencionado.

Hoje são corriqueiras as artimanhas usadas para calar a imprensa e são praticadas na surdina.

O ideal é que cada um exerça sua liberdade de opinar e “denunciar”, quando for o caso, exemplo. Se um advogado de prestígio pode defender nos tribunais um contraventor e ser pago com DINHEIRO advindo do crime, por que um jornalista não tem o direito de vender suas opiniões? Cabe ao cidadão leitor, telespectador ou internauta cobrir-se de cuidados, mais ou menos como fazemos todos ao passar por uma rua escura. Desconfiar, sempre, daquilo que se ouve e se lê; procurar fontes diversas para se atualizar sobre cada assunto; comparar opiniões divergentes. Não é fácil hoje em dia, com a overdose de informações a que somos submetidos. Mas é a única maneira de não se perder no laranjal.

Feliz ou infelizmente, o velho adágio cabe bem à mídia atual: o preço da liberdade é a eterna vigilância.

Hueliton Mendes/Rádio Tangará

 

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