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Peão Nova Ubiratanense faz bonito na arena da 8ª ExpoUbiratã
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Peão Nova Ubiratanense faz bonito na arena da 8ª ExpoUbiratã

by newsmtjulho 3, 2014

Valdecir Antonio Barboza – Diario de Ubiratã

Alguns não conhecem, outros têm até um certo preconceito e há quem diga que os rodeios são cruéis, mas não há como negar que a vida de um peão de rodeio seja pura adrenalina, de tão emocionante. Montar em um touro que pesa entre 800 e 1000 quilos, treinado para derrubar, segurando-se com apenas uma das mãos por oito segundos não é para qualquer um.

E na 8ª Edição da ExpoUbiratã o Nova Ubiratanense Michael Jorge Pereira Guimarães. Levou o publico a arena para acompanhar suas montarias e vibrar a cada montaria. Ele ficou em todas as noites com a segunda melhor nota e na grande final vinha como um dos favoritos, mas tinha pela frente o touro Balança Brasil, touro de renome, com mais de 100 saídas e somente 4 paradas e a mais de um ano ninguém parava no lombo do animal.

Quando abriu a porteira o publico ficou em pé vibrando e aplaudindo o desempenho do peão que dominou o animal e permaneceu os 8 segundos, tirando a invencibilidade do touro. Ao ser perguntado pelo locutor para quem iria a montaria o peão emocionado ofereceu a sua mãe e a todo povo de Nova Ubiratã que torcia por ele.

Sua mãe Ana Francelina Guimarães que estava na arquibancada não consegui conter a emoção ao ver seu filho se manter os oito segundos em cima do touro.

Hoje Michael é destaque na rede social do Facebook, suas fotos são compartilhadas e muito comentadas. “Ele sonha em atuar em rodeios profissionais de grande nome, como o de Barretos”. Comenta sua Irmã Leila Guimarães.

Ainda outro comentário diz. “Estamos tão felizes porque além dele ter ficado em terceiro muitos estão falando que ele merecia o primeiro lugar, não foi só ir lá e montar no boi teve muitas barreiras, antes ele estava fora da cidade atrás do sonho dele e voltou para trabalhar pra poder se manter”.

Michael estava a mais de sete meses fora das arenas sem treinar trabalhando em uma fazenda da região, e na raça ficou em terceiro lugar.  “Isso não é passageiro é o que quero na vida, meu pai não deixava porque eu era menor e achava muito perigoso, mas quando completei 18 anos decidi e fui para o rodeio, esse é meu sonho desde pequeno”. Comenta.

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