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SEM COMENTÁRIOS: Deputada evita imprensa e não fala sobre a prisão do pai
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SEM COMENTÁRIOS: Deputada evita imprensa e não fala sobre a prisão do pai

by newsmtfevereiro 24, 2015

Janaína Riva afirmou que não irá se pronunciar sobre prisão de José Riva

A deputada estadual Janaína Riva (PSD), considerada herdeira do espólio político do ex-deputado José Riva (PSD), afirmou que não irá se pronunciar sobre a prisão do pai.

Por meio de assessoria, a deputada disse que somente os advogados Valber Melo e Rodrigo Mudrovitsch irão se pronunciar, em nome da família.

A reportagem apurou que Janaína tem ficado em sua residência, e participará da sessão desta terça-feira (24), na Assembleia, que retoma as atividades após o recesso de Carnaval.

O ex-deputado do PSD foi o principal cabo eleitoral de Janaina nas eleições de 2014. Em um de seus programas eleitorais, a então candidata afirmou que iria representar a “experiência política” de Riva.

Segunda mais votada em Mato Grosso, com 48.063 mil votos, ficando apenas atrás do deputado reeleito Mauro Savi (PR), Janaína disse, em entrevista ao MidiaNews, em outubro de 2014, acreditar que seu pai errou ao “abraçar o mundo” e fazer, muitas vezes, o papel de governador.

“Ele vai ser meu orientador, vai me ajudar, até porque ele já sabe o que deu certo e o que deu errado e eu não tenho o direito de cometer os mesmo erros que meu pai cometeu. Posso cometer até novos erros como qualquer ser humano, mas os erros velhos não poderão se repetir”, disse.

Prisão

Riva está preso em um anexo do Centro de Ressocialização de Cuiabá, antigo Carumbé. Ele passará por triagem até ser transferido do local.

Ele foi detido em sua residência, no bairro Santa Rosa, por volta das 14 horas do sábado passado. Dez homens do Gaeco participaram da operação.

A prisão foi determinada pela juíza Selma Rosane Santos Arruda, da Vara Especializada Contra o Crime Organizado da Capital.

A decisão atendeu pedido formulado pelo Ministério Público Estadual (MPE), que o denunciou, juntamente com outras 14 pessoas, por peculato e formação de quadrilha.

Todos são acusados de participar de um esquema que teria desviado mais de R$ 62 milhões dos cofres da Assembleia Legislativa, por meio de licitações fraudulentas e compras fictícias de materiais de papelaria.

Fonte: Do Mídia News
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