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TRE retoma processo da ata de Pedro Taques
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TRE retoma processo da ata de Pedro Taques

by newsmtsetembro 2, 2014

Suposta falsificação de assinaturas na ata ocorreu durante pleito 2010

A ação declaratória de nulidade da ata da convenção do PDT, em 2010, foi retomada pelo Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE/MT) e a ordem dos suplentes do senador Pedro Taques (PDT) pode ser alterada pela Justiça Eleitoral.

Há suspeita de que a ata tenha sido fraudada nas assinaturas. O empresário sinopense Paulo Fiúza (SDD), na época filiado ao PV, ingressou com ação contra o policial rodoviário federal José Medeiros (PPS) para ocupar a primeira suplência. Atualmente, a ordem da suplência dá direito ao socialista assumir a vaga de senador pelos próximos quatro anos.

Taques disputa o governo do Estado, e a incógnita referente a quem poderá assumir sua vaga no Senado tem sido um dos questionamentos utilizados pelos adversários na campanha.

A retomada da ação foi determinada pelo juiz eleitoral André Pozetti, que julgou improcedente o recurso de José Medeiros. Ele alega que a Justiça Eleitoral não tem competência para julgar o processo relativo à fraude da ata da convenção partidária. O magistrado acatou parecer da Procuradoria Regional Eleitoral (PRE).

Medeiros tentou garantir que a ação fosse suspensa, porém Pozetti negou. “Desse modo, tratando-se de exceção indevidamente manejada, não há que se falar em suspensão do processo”, diz trecho da decisão judicial de André Pozetti.

A briga foi gerada porque Zeca Viana (PDT) desistiu de concorrer à primeira suplência e disputou ao cargo de deputado estadual, para o qual foi eleito. Na época, Fiúza teria saído de segundo-suplente para primeiro-suplente, porém no documento encaminhado ao TRE consta o nome de Medeiros na primeira vaga.

A ação teve início após declaração do deputado federal Valtenir Pereira (Pros) ter denunciado que não assinou a ata e, portanto, a assinatura era falsa. Um processo foi aberto por Fiúza, que acusa a coligação de ter falsificado a ata com assinaturas falsas. Com o favoritismo de Taques nas pesquisas, a briga tende a ficar ainda pior entre ambos para saber quem assumirá a cadeira de senador pelos próximos quatro anos.

O assunto tem tomado conta dos debates para o governo e Taques tem sido alvo dos adversários, que o questionam acerca do processo e de quem assumirá sua vaga caso seja eleito.

No primeiro debate realizado na TV Record, Taques optou por não falar

sobre o assunto e não respondeu ao questionamento. Domingo, no debate na TBO o pedetista preferiu não comparecer e voltou a ser cobrado pelos seus adversários sobre a questão da suplência.

A ação declaratória de nulidade da ata da convenção do PDT, em 2010, foi retomada pelo Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE/MT) e a ordem dos suplentes do senador Pedro Taques (PDT) pode ser alterada pela Justiça Eleitoral.

Há suspeita de que a ata tenha sido fraudada nas assinaturas. O empresário sinopense Paulo Fiúza (SDD), na época filiado ao PV, ingressou com ação contra o policial rodoviário federal José Medeiros (PPS) para ocupar a primeira suplência. Atualmente, a ordem da suplência dá direito ao socialista assumir a vaga de senador pelos próximos quatro anos.

Taques disputa o governo do Estado, e a incógnita referente a quem poderá assumir sua vaga no Senado tem sido um dos questionamentos utilizados pelos adversários na campanha.

A retomada da ação foi determinada pelo juiz eleitoral André Pozetti, que julgou improcedente o recurso de José Medeiros. Ele alega que a Justiça Eleitoral não tem competência para julgar o processo relativo à fraude da ata da convenção partidária. O magistrado acatou parecer da Procuradoria Regional Eleitoral (PRE).

Medeiros tentou garantir que a ação fosse suspensa, porém Pozetti negou. “Desse modo, tratando-se de exceção indevidamente manejada, não há que se falar em suspensão do processo”, diz trecho da decisão judicial de André Pozetti.

A briga foi gerada porque Zeca Viana (PDT) desistiu de concorrer à primeira suplência e disputou ao cargo de deputado estadual, para o qual foi eleito. Na época, Fiúza teria saído de segundo-suplente para primeiro-suplente, porém no documento encaminhado ao TRE consta o nome de Medeiros na primeira vaga.

A ação teve início após declaração do deputado federal Valtenir Pereira (Pros) ter denunciado que não assinou a ata e, portanto, a assinatura era falsa. Um processo foi aberto por Fiúza, que acusa a coligação de ter falsificado a ata com assinaturas falsas. Com o favoritismo de Taques nas pesquisas, a briga tende a ficar ainda pior entre ambos para saber quem assumirá a cadeira de senador pelos próximos quatro anos.

O assunto tem tomado conta dos debates para o governo e Taques tem sido alvo dos adversários, que o questionam acerca do processo e de quem assumirá sua vaga caso seja eleito.

No primeiro debate realizado na TV Record, Taques optou por não falar

sobre o assunto e não respondeu ao questionamento. Domingo, no debate na TBO o pedetista preferiu não comparecer e voltou a ser cobrado pelos seus adversários sobre a questão da suplência.

 

A ação declaratória de nulidade da ata da convenção do PDT, em 2010, foi retomada pelo Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE/MT) e a ordem dos suplentes do senador Pedro Taques (PDT) pode ser alterada pela Justiça Eleitoral.

Há suspeita de que a ata tenha sido fraudada nas assinaturas. O empresário sinopense Paulo Fiúza (SDD), na época filiado ao PV, ingressou com ação contra o policial rodoviário federal José Medeiros (PPS) para ocupar a primeira suplência. Atualmente, a ordem da suplência dá direito ao socialista assumir a vaga de senador pelos próximos quatro anos.

Taques disputa o governo do Estado, e a incógnita referente a quem poderá assumir sua vaga no Senado tem sido um dos questionamentos utilizados pelos adversários na campanha.

A retomada da ação foi determinada pelo juiz eleitoral André Pozetti, que julgou improcedente o recurso de José Medeiros. Ele alega que a Justiça Eleitoral não tem competência para julgar o processo relativo à fraude da ata da convenção partidária. O magistrado acatou parecer da Procuradoria Regional Eleitoral (PRE).

Medeiros tentou garantir que a ação fosse suspensa, porém Pozetti negou. “Desse modo, tratando-se de exceção indevidamente manejada, não há que se falar em suspensão do processo”, diz trecho da decisão judicial de André Pozetti.

A briga foi gerada porque Zeca Viana (PDT) desistiu de concorrer à primeira suplência e disputou ao cargo de deputado estadual, para o qual foi eleito. Na época, Fiúza teria saído de segundo-suplente para primeiro-suplente, porém no documento encaminhado ao TRE consta o nome de Medeiros na primeira vaga.

A ação teve início após declaração do deputado federal Valtenir Pereira (Pros) ter denunciado que não assinou a ata e, portanto, a assinatura era falsa. Um processo foi aberto por Fiúza, que acusa a coligação de ter falsificado a ata com assinaturas falsas. Com o favoritismo de Taques nas pesquisas, a briga tende a ficar ainda pior entre ambos para saber quem assumirá a cadeira de senador pelos próximos quatro anos.

O assunto tem tomado conta dos debates para o governo e Taques tem sido alvo dos adversários, que o questionam acerca do processo e de quem assumirá sua vaga caso seja eleito.

No primeiro debate realizado na TV Record, Taques optou por não falar

sobre o assunto e não respondeu ao questionamento. Domingo, no debate na TBO o pedetista preferiu não comparecer e voltou a ser cobrado pelos seus adversários sobre a questão da suplência.

ALLINE MARQUES 
DO DIÁRIO DE CUIABÁ

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