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Bancada na AL terá, no mínimo, sete deputados, diz Taques
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Bancada na AL terá, no mínimo, sete deputados, diz Taques

by newsmtsetembro 4, 2015

Filiação do governador ao tucanato desperta interesse em deputados do PDT, DEM, PSD e PMDB

O governador Pedro Taques (PSDB) afirmou que a bancada do partido na Assembleia Legislativa deve passar a ter, no mínimo, sete deputados.

A alteração prevista é reflexo da recente filiação de Taques ao PSDB, após deixar o PDT.

“Acredito que o nosso partido, que hoje tem três deputados, pode chegar a seis ou sete parlamentares na Assembleia Legislativa”

“Historicamente, quando um governador muda de sigla, ele acaba levando outras pessoas. Alguns deputados já conversaram comigo, muitos deles já estavam conosco na nossa caminhada”, disse o governador.

“Acredito que o nosso partido, que hoje tem três deputados, pode chegar a seis ou sete parlamentares”, completou.

Atualmente, compõem a bancada tucana na Assembleia o presidente da Casa, Guilherme Maluf, o líder do Governo, deputado Wilson Santos, e Saturnino Masson.

Nos bastidores, os comentários dão conta de que os deputados Dilmar Dal Bosco (DEM), Pedro Satélite (PSD), Leonardo Albuquerque (PDT) e Baiano Filho (PMDB) devem trocar seus partidos pelo PSDB.

“Janela”

A mudança de sigla é possível porque Senador Federal aprovou, na última quarta-feira (2), a criação de uma “janela” para que os políticos que já exercem mandatos de deputados ou vereadores possam fazer a migração para outros partidos, sem perder os mandatos.

A emenda aprovada pelos senadores concede prazo de 30 dias para que os interessados formalizem a troca de partido.

A janela será aberta um mês antes do fim do período de filiação partidária.

“Crescimento ordenado”

Nos municípios, também há um grande número de prefeitos e vereadores querendo acompanhar o governador.

“A minha ideia é de que, em detrimento da quantidade, o partido cresça de uma forma ordenada em Mato Grosso”

Pedro Taques observou, no entanto, que o PSDB busca um crescimento “com qualidade”. Para ele, é preciso que o partido cresça sem inchar.

Na prática, isso deve levar o PSDB a recusar a filiação de determinadas lideranças.

“A minha ideia é de que, em detrimento da quantidade, o partido cresça de uma forma ordenada”, disse.

Para isso, Taques lembrou que o partido já montou uma comissão, que será responsável por “filtrar” essas novas filiações, analisando-as conforme as características de cada um dos 141 municípios de Mato Grosso.

“A política municipal é muito esgarçada. Muita gente do PDT, por exemplo, quer vir conosco. E aí, essa comissão deve fazer esses acertos. As filiações variam em cada município, em cada região, mas já temos um mapa traçado”, completou o governador.

Fonte: Do Mídia News
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