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Chuvas danificam estradas vicinais e Secretaria de Obras inicia trabalhos emergenciais
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Chuvas danificam estradas vicinais e Secretaria de Obras inicia trabalhos emergenciais

by newsmtfevereiro 24, 2016

As fortes chuvas que caíram sobre o Estado nos últimos dias e o aumento considerável do trafego de veículos pesados, em decorrência ao escoamento da safra 2016, tem prejudicado algumas das principais estradas vicinais de Nova Ubiratã.

Atenta a essa realidade, a Secretária de Obras do município deu início a um trabalho emergencial que prevê a recuperação e manutenção dos trechos mais críticos que compreendem as MT’s-242, 130, e as estradas vicinais que ligam a Sede aos distritos de Novo Mato Grosso, Sinopão, Santa Terezinha do Rio Ferro e a “Estrada da Usina”, que liga o distrito de Santo Antônio do Rio Bonito á Fazenda Martelli, outra importante rota para o escoamento de grãos.

Para dar mais celeridade as obras emergências 12 profissionais foram designados para acompanhar as diferentes frentes de serviço, além de 09 caminhões basculantes, 01 patrola, 01 retroescavadeira e duas caminhonetes que prestam apoio as equipes e assistência aos maquinários.

“Os trabalhos estão em estágio avançado na MT-130 já cascalhamos cerca de 4,5 km de um total de 08, em outros trechos a prioridade é a operação tapa buracos, haja vista, que as pontes em situação críticas foram todas reformadas no final do ano passado. Acredito que se o tempo colaborar até o próximo dia 10 (quinta-feira) os trabalhos serão finalizados”, frisou o Secretário Cosme Brito “Baiano”, durante visita as obras.

Ainda de acordo com o responsável pela pasta, todo o recurso empregado nas obras emergenciais é proveniente do Fundo Estadual de Transporte e Habitação (Fethab).

“O Fethab, assim como dois produtores rurais do município, tem sido de fundamental importância para a realização dessas obras de manutenção, nesse trabalho a parceria é muito importante e no final todos saem ganhando, o Poder Público porque oferece uma estrada de qualidade aos munícipes, e os produtores que podem escoar sua safra sem aqueles atoleiros que existiam no passado“, finalizou “Baiano”.

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Fonte:Redação / Assessoria

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