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Criminoso investigado pelo GCCO e condenado em MT é preso em Goiás
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Criminoso investigado pelo GCCO e condenado em MT é preso em Goiás

by Radio Tangarádezembro 5, 2016

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A Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), da Polícia Judiciária Civil (PJC), encaminhou dois mandados de prisão decretados pela Justiça de Mato Grosso, para cumprimento no estado de Goiás contra um assaltante de banco, que foi preso na última quinta-feira (01.12), em Goiânia (GO). Ele é autor de vários roubos em cidades mato-grossenses e em outros estados da federação.

O criminoso, Laurêncio Francisco da Silva, de 48 anos, natural de Jataí (GO), conhecido como “Veio Lourenço ou Loro”, que se denomina mecânico, foi preso por uma equipe do Serviço de Inteligência do 28º Batalhão da Polícia Militar (BPM), na Capital de Goiás. Com ele estavam armas de fogo e munições de grosso calibre, além de materiais para ações criminosas.

Procurado pelas polícias dos estados do Alagoas, Goiás, Rondônia, Pará, e Mato Grosso, Laurêncio é atuante em assaltos a banco, na modalidade “novo cangaço”, explosões a caixas eletrônicos e também sequestro.

A prisão efetuada pela polícia goiana decorreu de denúncia, que informava sobre bandidos que estavam na cidade de Anápolis (GO), planejando explodir uma agência bancária da Caixa Econômica Federal (CEF), no município de Silvânia (GO).

Os policiais iniciaram monitoramento e acabaram surpreendendo o bandido na cidade de Goiânia, quando ele se encontrava com dois homens em uma praça de alimentação de um hipermercado.

Os três integrantes do bando – Laurêncio Francisco da Silva, e os comparsas, Edvan Esteves, 43, e Thiago Henrique Souza Silva, 28, conhecido por “Cavalo” -, foram detidos e na ocasião apresentaram documentos falsos. Mas, no decorrer dos questionamentos, insistentemente indagados, caíram em contradição e decidiram revelar que estavam usando documentos falsos por que eram foragidos da Justiça.

A partir daí, os policiais realizaram diligências complementares e chegaram até uma casa ocupada pelo bando, no bairro Cardoso, em Aparecida de Goiânia. No local, foi encontrado farto armamento de uso restrito, comumente utilizado por quadrilhas que agem na modalidade “Novo Cangaço”.

Foram apreendidos um fuzil calibre 556 com seis carregadores e 180 munições intactas, uma espingarda de repetição calibre 12 e mais 154 munições intactas, duas emulsões explosivas, ambas prontas para serem utilizadas; luvas, balaclava, redes de selva e materiais para acampamento e sobrevivência.

Os bandidos foram encaminhados à Sede da Polícia Federal de Goiânia (GO) e autuados em flagrante nos crimes de associação criminosa, posse ilegal de arma de fogo de uso restrito, munições e explosivos de uso proibidos.

Laurêncio Francisco da Silva é condenado a 38 anos de prisão, por crimes cometidos em Mato Grosso. Inúmeras vezes investigado pelo GCCO, em fevereiro de 2004 o criminoso participou do assalto a banco na modalidade “Novo Cangaço”, quando um grupo de criminosos fortemente armado levou pânico a cidade de Poconé.

Posteriormente, com o andamento das investigações, Laurêncio foi preso pelo roubo, tendo sido sentenciado a 38 anos de prisão pelo assalto, pelo qual estava com mandado de prisão decretado pela comarca de Poconé.

O criminoso também, em ano anterior, participou do sequestro de um empresário em Cuiabá, e também foi condenado pela Justiça a cumprir vários anos de prisão em regime fechado.

Ele também já foi autuado em flagrante pelo GCCO por roubo de defensivos agrícolas. Na ocasião, teve cumprido um mandado de prisão pelo crime de homicídio praticado em Goiás.

Mais recentemente, foi preso no estado de Rondônia e autuado em flagrante por participação em arrombamentos a caixa eletrônico com uso de explosivos. Ele também integrou um grupo criminoso que fez arrombamentos de terminais de autoatendimento no Amazonas.

O suspeito tem ainda envolvimento em crime de roubo a banco praticado no estado do Pará e outros cometidos em Mato Grosso.

Antecedentes

O criminoso registra antecedentes criminais por roubo qualificado, extorsão mediante sequestro, porte ilegal de arma de fogo de uso restrito e permitido, furto, receptação, formação de quadrilha, associação criminosa, posse e porte de artefatos explosivos, entre outros. Eles responde processo criminal nas comarcas de Cuiabá, Várzea Grande, Poconé, Campo Verde, São José do Rio Claro, além dos estados de Rondônia, Amazonas, Goiás, Pará e Alagoas.

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