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Hoje é dia do rádio
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Hoje é dia do rádio

by newsmtsetembro 25, 2014

Evidente que tudo no mundo funciona em sinergia absoluta.
Deixemos de lado qualquer disputa científica, filosófica, religiosa, disciplinada ou existencialista, teórica ou prática.

A interdependência é uma realidade.

Das asas da borboleta movimentando-se no frio do Alasca à velocidade do beija-flor que suga o perfume das flores no calor da Malásia.

Tudo é dependência.

Assim, o rádio exerceu um papel supremo na onda de novidades que tomou conta do mundo a partir de seu nascimento.

Tudo que aí está culminando com a Internet acelerou-se depois que o homem dominou as ondas que Hertz domesticara.

Que Marconi juntou à outras descobertas e que as então válvulas concêntricas, hoje uma monstruosidade do passado, permitiram que o som se espalhasse e o homem se comunicasse.

O rádio é uma coisa linda nesse mundo de belezas mil.

Que o homem luta tanto por destruir, mas que felizmente vai tendo seu objetivo adiado.

Por quanto tempo não sei.

Estarei olhando o resultado dessa imensa loucura desde um outro plano.

O RÁDIO FAZ ANIVERSÁRIO

O 25 de setembro marca mais um aniversário do rádio no Brasil.

Por lei essa data, aniversário de nascimento do Professor Roquette Pinto é consagrada como o dia nacional do rádio.

Não importa que a emissora que ele fundou e entregou ao então governo da República (a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro) hoje esteja entregue às traças.

O rádio tem prestado muitos serviços ao planeta e em termos de Brasil, desde que aqui aportou em 1923 com as primeiras emissões do Alto do Corcovado (ainda sem o Cristo) tem operado verdadeiros milagres.

Que se multiplicaram e como rio caudaloso abriram novos caminhos permitindo o nascer de tudo aquilo que temos no campo das comunicações.

Tempos do rádio heroico.

Continuam dizendo que o rádio está morrendo.

Quando comecei a trabalhar no mesmo éramos dois meninos, mas já se falava no tema.

Mesmo assim ele continua vivo e de suas asas é que partem as variantes para que coisas novas se façam.

De crise em crise, como primo pobre da mídia o rádio continua vivo e ágil. Alegre e prestativo.

Fecham-lhe as portas que invadia diuturnamente e ele vai encontrar novos meios por onde navegar.

O governo promete meios técnicos para melhoria das precursoras, empurra as promessas com a barriga e as veteranas vão encontrando soluções por si mesmas.

É alguém que o tem arraigado no coração que o saúda com todo o respeito, admiração e gratidão.

Para mim o rádio continua vivo e lindo.”

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